Sobre

Olá, Invocador, eu sou o Guilherme “Heye” Thompson, coach, jogador de LoL e, se você está aqui, é pra saber um pouquinho mais sobre mim e sobre o Escola de Invocadores, a minha escola online onde eu tento compartilhar um pouco do meu conhecimento sobre o jogo.

Bem, eu acredito que é muito difícil definir alguém em palavras, pessoas são muito complexas e por isso, por mais que eu me esforce, seria muito complicado. No entanto, alguém famoso disse uma vez que é muito mais fácil definir alguém pelos seus objetivos e aspirações. Então eu vou fazer assim, mas para isso, preciso te contar um pouco da minha longa história nesse jogo e, então, porque eu estou aqui hoje e onde quero chegar.

O Mundo dos Jogos

Antes de falar do LoL propriamente dito, eu preciso dedicar um tempo para explicar como cheguei até ele, e, apesar de parecer sem motivo, esse período vai ter importância lá na frente.

Eu comecei no mundo dos jogos perto dos meus 10 anos, quando ganhei meu primeiro computador, e os primeiros jogos em que me aventurei foram jogos de estratégia em browser. Fiquei viciado, me tornei um dos melhores nos que eu jogava, criava estratégias e comandava grupos de pessoas que, naquela época, tinham idades que chegavam a 50 anos. Eu tinha 10, mas claro que eles não sabiam disso.

Entrei no mundo gamer de fato ao ver amigos meus jogando Gunbound, e esse foi meu primeiro jogo. Não durou muito, passei dele para o Ragnarok e alguns anos depois para o Grand Chase, onde construí um pouco mais de história. Essa parte é importante, porque apesar de eu ter jogado Rag por mais tempo, foi no Grand Chase onde aprendi muitos dos princípios que usei e uso pra treinar.

Pra quem nunca jogou Grand Chase, sinto por vocês, o jogo era muito divertido e competitivo, até a criadora cometer alguns erros graves e ele ir para o fundo do poço. No entanto, a grande peculiaridade do GC, como chamávamos, é que ele foi um dos poucos jogos em que mecânica avançada era 80 ~ 90% do jogo, e isso obviamente cobrava seu preço. Manobras avançadas usavam 4 ou 5 teclas ao mesmo tempo e na época teclado mecânico era luxo. Os jogadores como eu tinham que dar seu jeito, mudando as teclas de lugar e fazendo configurações de todo o tipo.

Eu nunca fui top no Grand Chase, mas me tornei um bom jogador para o meu nível e tempo de jogo. Nunca fui bom de mecânica e, pessoalmente, acho que minha evolução ali foi gigantesca. Afinal, passava MUITAS horas por dia treinando os movimentos, até conseguir fazer com perfeição. Foi aí que eu aprendi: existe uma grande diferença do treino para a prática. Mas, vamos falar mais disso depois.

No GC eu conheci alguns amigos e com eles acabei passando para o Dota, e lá encontrei um outro grande vício. Foi a minha entrada nos mobas. Eu nunca fui um grande jogador de Dota, jogava pelo Garena, e lá o nível era baixo, não era competitivo, mas dentre eles eu era um bom jogador. Apesar de ter jogado Dota por muito tempo, não aprendi muito com ele porque era sempre forfun.

O Início da Jornada

Comecei no LoL em meados da Season 2. Não gostei de primeira, preferia o dota, mas como alguns amigos jogavam eu acabei cedendo, então aos poucos o LoL ganhou espaço e fiquei por lá. O primeiro lançamento de campeão que assisti foi o da Ahri, fiquei fascinado, comprei ela e, pra encurtar a história, até hoje não sou lá essas coisas com a nossa querida raposa. Não sou bom com assassinos, afinal.

Mas eu preciso dizer, a sensação é incrível. Em cada um desses jogos eu era capaz de sentir aquele frio na barriga antes de começar e a excitação das partias era absurda. O LoL não foi diferente. Cada partida de League era uma viagem para um lugar novo e cada campeão descoberto era uma nova experiência.

Eu adorava “trollar”, mas no bom sentido, eu sempre fui o cara que pegava pra fazer alguma coisa completamente diferente, como Fizz AD, jogava de Teemo e enchia o mapa todo de cogumelos, sempre foi assim. Eu gostava de tentar coisas novas, e isso é algo que guardo ainda hoje. Pode perguntar pra qualquer jogador que eu tenha treinado. O convencional não me cativa.

Depois de umas 200 partidas eu peguei nível 30 e, talvez não exatamente ao mesmo tempo, comecei a descobrir a existência de um cenário competitivo através de uma das maiores lendas desse jogo. O carismático HotshotGG e sua incrível Nidalee. A antiga, hein. Se nunca viu uma jogada dele, a primeira que eu vi foi essa:

É, hoje não parece nada demais, mas naquela época isso foi um absurdo e uma motivação para eu jogar de Nidalee, um dos meus campeões favoritos e um dos que desde sempre melhor joguei. Motivo pelo qual fiquei muito triste com seu remake. No entanto, a Nida não perdeu seu charme (né, Ahri?).

O cenário competitivo ainda estava começando e a CLG.NA, um dos maiores times da época, me deixou muito animado por suas táticas mirabolantes e partidas incríveis. Lembro como se fosse hoje do CLG vs TSM pelo MLG Anaheim, uma das partidas mais emocionantes da história.

Apesar disso, eu era um jogador novato e me sentia muito despreparado para jogar partidas rankeadas, então na season 2 tudo que eu fiz foi jogar o suficiente pra receber uma classificação de prata 5. O que seria a nossa MD10 atualmente, eu joguei naquela época, e apenas isso. Fiquei assim até o fim da Season.

Com o fim de temporada também tive a oportunidade de assistir ao mundial e ao show que a Taipei Assassins deu quando bateu a Azubu Frost, equipe coreana favorita ao título. No bom e velho português, deu zebra.

Dá uma olhada na referência que a riot fez no vídeo do Zedd para o Worlds da Season 6.

Na season 3 eu já estava um pouco mais motivado. Meus amigos jogavam ranqueadas e eu queria jogar também, pra não ficar atrás, então fiz tudo o que eu podia. Joguei as primeiras partidas morrendo de medo e usando o pouquíssimo conhecimento que eu tinha pra tentar vencer. Eu jogava de suporte, pickava alistar porque diziam que tinha um bom combo com a Vayne e assim eu ia. Foi triste.

Acabei caindo prata 4, se não estou enganado. 4 ou 5, disso não passa. Essa foi a temporada que mais joguei ranqueadas, mas acabei terminando onde comecei, no prata 4. Sabe como é, eu mandava até bem, mas não sabia vencer. Então terminei a temporada com a sensação de frustração. Muitas partidas e nada.

Nessa viagem por entre as Season, foi na temporada 3 que a minha visão do competitivo começou a realmente mudar. Eu, como todos os jogadores do ocidente, tivemos a chance de, pela primeira vez, assistir ao nosso querido midlaner, Lee “Faker” Sang-hyeok em um palco de mundial. E nós vimos um monstro. Dá uma olhada nessa jogada.

Faker naquela época entendia o jogo de uma forma que outros jogadores profissionais só foram capazes de entender nos últimos tempos. Ele ensinou para o mundo o que era jogar LoL e a SKT brilhou naquele palco. Admito que fiquei impressionado e foi muito por ele e pelo Kami que eu me tornei mid laner algum tempo depois.

A Grande Mudança

A season 4, no entanto, foi um pouco mais complicada. Eu havia ficado um tempo sem jogar e por isso meu começo foi o que eu posso chamar de pífio. Terminei a MD10 2/7 no bronze 2 e isso não me deixou nada feliz. Até porque eu não estava conseguindo subir. Foi aí que a coisa apertou e começou a apontar para onde eu estou hoje.

Ter caído no bronze 2 mexeu comigo porque agora toda a zoação que faziam com bronzes tinha dono, eu. Então isso me fez querer melhorar de verdade, parou de ser uma questão de subir de elo. Assim eu comecei uma saga, procurei todos os textos com dicas de pro players, li tudo que eu encontrei sobre subir de elo, sobre treinos e o que um jogador precisava ter, então comecei a botar em prática. Só que, naquela época isso tudo era quase nada.

No entanto, todos os dias eu acordava e começava a jogar. Botei na minha cabeça que se eu ficasse jogando e tentando aplicar aquilo que sabia, uma hora ou outra, querendo ou não eu ia melhorar. E curiosamente não deu outra. Eu nunca tinha ficado acima do prata 4 e lembro exatamente como foi pra sair do bronze.

No começo era muito difícil, eu subi jogando de Tristana AP mid (se você é novo no jogo, não imagina o quanto era divertido fazer isso antes do remake), mas ela tinha seus problemas, e acho que para um jogador que estava aprendendo o básico, foi um bom início de jornada.

A Tristana AP era o típico assassino explosivo, ela estourava qualquer um, tanker ou não, e depois sobrava ficar tentando dar uns tapinhas aqui ou ali. Então ela fazia pick offs, mas não vencia team fights sozinha, e isso foi um dos meus maiores problemas para sair do bronze. Eu dependia do meu time se quisesse vencer.

No começo eu tive que aprender coisas tão básicas quanto usar os itens que eu tinha, então comecei criando padrões, determinados itens sempre ficavam nos mesmos lugares e eu ficava me forçando a lembrar. Naquela época o LoL não mostrava os tempos dos objetivos, então eu comecei tentar gravar os tempos, e assim por diante, com cada um dos meus problemas, eu fui encontrando uma solução.

A minha última partida no bronze eu já tinha uma certa noção do que precisava fazer pra vencer e eu sei que algumas pessoas vão rir disso, mas é sério. Eu tinha aprendido que eu precisava focar os objetivos após uma team fight porque não tem ninguém para te matar. Hoje talvez seja uma coisa que a maioria considera boba, mas aquilo para mim fez toda a diferença.

Me lembro como se fosse hoje. Eu stompei o mid, mas não conseguia vencer as team fights, meu time estava perdendo aos poucos e eu estava 2/2 na md5, a angústia da derrota estava crescendo dentro de mim até que eu consegui iniciar uma boa team fight com um pick off no adc inimigo, uma Caitlyn, se não me engano. Vencemos a luta e aquela altura só faltava a T3 do mid. Já estávamos em 43 minutos de jogo e era a minha única chance de vencer. Fui em direção a torre, mas todo o meu time começou a dar recall. Eu não estava acreditando que ia perder aquela chance, então comecei a pingar como louco para o meu time, mas quando eu pensei que não ia conseguir nada, o Ezreal cancelou o recall enquanto a Sona e o jungle foram para a base. Contando os segundo eu e o Ez conseguimos dar GG com dois inimigos em cima de nós. Foi emocionante.

Se você é aquele Ezreal, seja lá onde estiver, muito obrigado, você me tirou do Bronze.

Essa partida marcou a minha saída do bronze e eu continuei a minha jornada. 3 semanas depois de ter sido taxado como noob, eu estava gold 1, pulando divisões cada vez que vencia uma MD3 e meu mmr de platina 1 me fazia jogar com diamantes.  No entanto, nem tudo são flores.

Um fim precoce

Minha evolução foi fatidicamente parada por conta de uma mudança. Não no jogo, mas na minha vida. Eu fui morar no interior e lá era impossível jogar. Pois é, no meu melhor  momento eu fui forçado a parar, e isso durou quase 1 ano.

Quando voltei a morar na cidade, não era a mesma coisa, o tempo parado quebrou o meu ritmo, eu percebi que não era mais o mesmo. Por conta das minhas mecânicas estarem ruins, resolvi começar a jogar de suporte, e usei o Meiko e o Olleh (ah, sim, já vamos falar mais disso) como inspiração. Assisti uma partida do Meiko de Nami e apliquei o modelo de jogo no meu elo, que naquele momento era gold. Eis o que aconteceu:

Acontece que nessa época eu já estava fazendo a transição entre jogador e coach e por isso estava jogando bem pouco pela falta de tempo, tanto que terminei a season na MD5 para o platina e não terminei os jogos. Então, vamos falar mais sobre como isso aconteceu.

Um novo começo

Voltando do interior, com as minhas habilidades bem ruins, eu comecei a acompanhar mais o cenário competitivo e acabei me tornando torcedor da paiN, que nessa época contava com Olleh e Lactea. Bem dizendo, eu sempre fui torcedor deles, mas nesse período me tornei mais ligado no cenário. Antes eu dava uma bola para a Keyd por conta da vitória contra a LG.IM, que eu ainda acho incrível e também marcou muito a minha jornada no LoL.

Enfim, como torcedor da paiN, me frustrei bastante por conta das derrotas para a Keyd de Winged e Suno naquele ano, e como eu passei muito tempo parado, li muito sobre diversos assuntos de dentro e fora do game e comecei a entender cada vez mais do jogo. Então, em uma das grandes derrotas da paiN, me atrevi a escrever uma mensagem na página do Kami sobre como eles deveriam treinar. Mensagem essa que, com sorte, nunca foi lida.

Meu grande erro naquele momento era pensar que treinar um time falava a respeito de LoL, enquanto na verdade fala a respeito de pessoas. Então, de maneira extremamente pretensiosa, convidei um amigo e abrimos um time. Nascia o Tela Presa, minha primeira experiência como coach e vou ser sincero, foi até boa demais pra ser verdade.

De lá pra cá eu treinei jogadores de elos variados, do gold ao challenger, uns mais e outros menos, e dei coach pessoal pra jogadores de absolutamente todos os elos. E foi nessa hora que todo aquele conhecimento adquirido em outros jogos começou a pesar. O sentido de liderança dos jogos de estratégia, algumas noções como jogador de Grand Chase e tudo que você pensa não ter tanto valor, você acaba usando para ajudar a resolver algum problema dentro do seu time ou dos jogadores ao seu redor, e com isso nascem os treinos. Uma peneira do que melhor funciona para cada situação.

Ainda naquela época eu me baseava em muitas coisas que lia, e eu fazia isso vorazmente para poder gerar conteúdo de treino, fora tudo que estudava sobre o jogo. Além disso também testava com muito mais base todos os princípios que usei nos meus treinos enquanto tentava ganhar espaço nas ranqueadas. Assim eu me desenvolvi como coach. Entrei e saí de equipes, recusei propostas muito boas, mas não me arrependo de nada disso, do contrário eu não teria chegado aqui onde estou hoje.

Foi um pouco da minha arrogância na época que me colocou no caminho para ser coach, e foi ser coach que também me tornou mais humilde. Trabalhar com pessoas não é tão simples quanto trabalhar com números e informações e, ser capaz de entender pessoalmente cada um dos meus jogadores foi o meu grande desafio, porque era isso que tornava uma equipe de jogadores, uma equipe de vencedores.

Quem já presenciou o Tier 3 de perto, local onde eu estive por um bom tempo, sabe do que estou falando. E também sabe da selva que é aquele local. Eu não abri meus caminhos por dentro do LoL desbravando aquela mata cerrada porque mais de uma vez a vida fora do jogo pesou, mas nunca deixei de acompanhar o cenário e voltei a treinar, entrando em equipes cada vez melhores e sempre tendo um resultado positivo com as técnicas que cada vez mais se aprimoravam.

No entanto, as coisas no Tier 3 não são assim tão simples. Falta base, estrutura, investimento, foco, organização. A única coisa que não falta são organizações (desorganizadas), e se desenvolver ali é realmente complicado. Eu não havia escolhido esse caminho, não queria ir para uma casa há 2.000km de distância para ganhar R$300,00, porque, apesar de jovem, precisava ajudar a sustentar minha família. Então, precisei tomar outro caminho.

Mudando de rumo – Sobre o Escola de Invocadores

Comecei a estudar para entrar em uma faculdade e o LoL passou a ficar um pouco de lado, saí da minha última organização e parado, não queria perder a noção do jogo, por isso continuei estudando e acompanhando o competitivo. Coisa que, como torcedor do Brasil, não vinha me agradando.

Desde sempre, como coach, eu tinha noção da discrepância entre as regiões, o Brasil é ruim. Muito ruim. Principalmente se comparado com as grandes regiões. Parece que estamos parados no tempo e a evolução que ocorre lá fora não acontece no Brasil, nós demoramos para nos atualizar.

Vendo esse cenário degradante, junto a pensamentos retrógrados de grandes equipes, que muitas vezes, em vez de fazerem grandes investimentos em Staff, demitem e não contratam um coach de função, resolvi botar em prática uma ideia antiga. Criar um site para disseminar as informações que ficam contidas em uma pequena camada do LoL e que fazem toda a diferença no desenvolvimento pessoal dos jogadores. Foi assim que nasceu, lá atrás, o Escola de Invocadores.

Hoje em dia nós temos um pouco mais de conhecimento disseminado por grandes jogadores e alguns coachs, mas normalmente incompletos no todo e com muito sobre “O que fazer”, mas sem dizer exatamente “Como fazer”. Lembra do que eu falei sobre o Grande Chase? Treinar é muito diferente de botar em prática, e isso se perde sempre que nós simplesmente assistimos um conteúdo qualquer e tentamos botar em prática. Conteúdo sem método de aplicação não é nada.

Não adianta eu te contar que Leona e Draven dão all in nível 2, se você não souber exatamente como fazer isso e talvez nem se lembrar de fazer. Então, eu resolvi compartilhar essa parte do segredo de como se jogar LoL, porque, como um bom brasileiro, eu quero que o nosso servidor se desenvolva.

Novos horizontes

Hoje, meu objetivo com o Escola de Invocadores é, um passo de cada vez, ajudar o servidor brasileiro a se desenvolver e se tornar uma das grande regiões, respeitada lá fora. Começando por baixo, quero que todos os jogadores que tiverem interesse em se tornar cada vez melhores, independente do elo, tenham um local para encontrar esse conteúdo de maneira que os ajude realmente a se desenvolver. Só assim o Brasil vai se tornar uma região mais competitiva.

No entanto, isso não é assim tão simples. O Escola de Invocadores era uma ideia, e antes de alguém dizer que ia dar certo, muitas pessoas criticaram, tanto o trabalho quanto o objetivo. E eu entendo, é um tanto prepotente dizer que pretendo mudar o cenário brasileiro, mas, se ninguém tentar, isso realmente nunca vai acontecer.

Com muito trabalho, tempo gasto e investimento do meu bolso, em 2017 eu consegui transformar a ideia que era o Escola de Invocadores em algo real. E desde então, trabalho para manter tudo de pé, mudando o nosso servidor um passo de cada vez.

Se vale a pena?

Eu te juro, cada mensagem que recebo de agradecimento, cada jogador que eu vejo que teve alguma melhora por causa do Escola de Invocadores, eu fico muito feliz. Fico feliz porque tenho a sensação de dever cumprido e de que estou no caminho certo. São vocês que me dão força para diariamente ficar horas escrevendo, estudando e montando conteúdo, podendo, aos poucos, viver do meu sonho.

Meu grande sonho

Claro, o Escola de Invocadores é só a ponta do Iceberg, se tudo der certo, ainda aspiro um dia voltar a ser Coach em uma organização, mas dessa vez, uma que seja organizada (haha). Brincadeiras a parte, é nos meus jogadores que eu realizo o sonho que não alcancei jogando, e quando um deles, que era Diamante, pega challanger e recebe um boa proposta para times maiores, eu fico feliz. São pequenos detalhes, mas são eles que nos fazem feliz.

Não é fácil, mas eu espero que cada jogador que passe aqui, saia um pouco melhor, não só como jogador, mas como pessoa. Enquanto eu puder, de alguma forma ajudar a nossa comunidade, eu vou estar aqui.

Meu maior sonho? Bom, pelo menos nesse meio eu posso dizer que é, um dia, ganhar um mundial com uma equipe brasileira e provar para o mundo que o Brasil pode sim ser o melhor e merece o respeito das grandes regiões.

E fim… Por enquanto 🙂

E, após esse longo texto, chegamos ao fim. Sei que, apesar de ter escrito bastante, não consegui contar tudo, mas também sei que isso é o que sou capaz de passar no momento. Quem sabe daqui a algum tempo isso não mude e eu faça um vídeo ou algo assim para falar mais sobre esse assunto. Por enquanto, acho que passei um pedaço de mim para você que leu até aqui, e se realmente consegui, minha missão foi cumprida.

Muito obrigado pela atenção e pela curiosidade em saber um pouco mais dessa história. Agradeço de coração todo o carinho e te desejo uma grande evolução nos campos da justiça.

Um abraço e até a próxima!

Heye